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Guia, atualizado em 07/10/2026

Venda direta, venda online e leilão da Caixa: qual a diferença

As três modalidades mudam como você compra, quanto paga além do preço e quais dívidas assume. Veja o que muda em cada uma e os custos que entram na conta.

Quantos imóveis há em cada modalidade

Na lista da Caixa para o estado de São Paulo de 06/10/2026 havia 2.346 imóveis: 1.267 em leilão, 934 em venda direta online e 145 em venda online. Só 156 aceitavam financiamento.

Venda direta

Compra pelo preço anunciado, sem disputa. Leva quem fizer a proposta primeiro. O condomínio atrasado que fica com você tem limite de 10% da avaliação.

Venda online

Disputa de propostas pelo site da Caixa durante um prazo definido. A regra de dívidas é a mesma da venda direta, com limite de 10% da avaliação.

Leilão

Leilão com data marcada e leiloeiro. Quem arremata paga a comissão do leiloeiro, de 5% sobre o valor, e assume condomínio e tributos atrasados sem limite.

Financiamento e FGTS

Dependem do imóvel, não da modalidade. A página de cada um diz quais formas de pagamento aceita: dinheiro próprio, financiamento e uso do FGTS.

Custos além do preço

ITBI: imposto da prefeitura, com alíquota definida por lei municipal. Em Ribeirão Preto é 2% (Lei 5.430/89); na cidade de São Paulo, 3%.

Escritura e registro: seguem a tabela de emolumentos do estado. Em São Paulo, em 2026, para um imóvel de cerca de R$ 140 mil, a escritura sai por volta de R$ 2,7 mil e o registro por volta de R$ 1,9 mil.

Some ainda a comissão do leiloeiro (no leilão), as dívidas que ficam com você e a reforma.